As pessoas com deficiências tradicionalmente discriminados pela sociedade e desmotivados pela sua própria condição existencial, tem nas competições paralímpicas ou paraolímpicas como ainda gosto e aprendi a chamar, uma oportunidade para elevar sua auto-estima, direta ou indiretamente, além de provar para todos o seu valor como atleta e cidadão.
Em Natal, temos Clodoaldo Silva, bateu recorde, ganhou medalhas de ouro e por último ascendeu a pira olímpica, um ícone. Contudo, a maior glória das olimpíadas dos deficientes, não está somente na conquista de medalhas e na própria competição, está sobretudo no exemplo que esses atletas passam para milhares de pessoas que vivem estigmatizados por suas deficiências físicas e mentais. Se cada um dos atletas das olimpíadas tem sua história específica de sofrimento e superação dos seus próprios limites, cada atleta paraolímpico carrega uma história de fazer filme para cinema. Existe atletas que nasceram com deficiência e aqueles que adquiriam e se adaptaram ao novo mundo. O atleta paraolímpico, antes de competir nacional ou internacionalmente, teve que competir com ele mesmo, sem dúvida, superar esse primeiro obstáculo subjetivo não tem medalha que possa premiá-lo.
Todos reconhecem a dimensão psíquica, física e social do esporte paraolímpico, o que é muito significativa para os atletas, mas também contribui para a construção de um mundo verdadeiramente pluralista, que sabe conviver e respeitar as diferenças, sejam elas quais forem.

Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEsses atletas, pessoas a cima de tudo, nos servem como inspiração. Principalmente essa nova geração que reclama de tudo, não sabe o que é dificuldade.
ExcluirBelo texto!
Parabéns Grande Gustavo..
ResponderExcluir👏👏👏👏